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Medo de falar em público prejudica evolução profissional

19/04/2024

Raphael Silva esclarece como a oratória pode auxiliar no processo de falar melhor

O medo de falar em público é interpretado como um dos maiores medo da humanidade. Até mesmo entre uma parcela populacional onde a desinibição é uma atividade recorrente, o incômodo de falar ao ser expectado por alguém persiste. É o caso do público acadêmico. A Universidade Federal de Minas Gerais (UFMG) fez um estudo com essa temática e 59,7% dos universitários tem medo de falar em público, considerado uma taxa alta para o valor apurado. Os sintomas somáticos mais frequentes apresentados neste estudo foram a respiração ofegante (95,6%) e taquicardia (64,7%). A maioria dos universitários se autoavaliaram negativamente e destacaram pontos que acreditam ser motivadores para a dificuldade em falar público. Como uma má sonoridade da voz (55,2%), baixa capacidade de influenciar o outro com o discurso (53,0%) e dificuldade em captar ou manter atenção do ouvinte (57,6%).

Como superar esse medo e falar em alta performance?

O medo é uma sensação essencial para garantir nossa sobrevivência, afinal, ele nos coloca em alerta diante de situações de risco. Porém, muitas vezes nossos receios nos fazem perder grandes oportunidades. Porém, a habilidade de falar em público é indispensável para os profissionais que desejam expor suas ideias e conquistar promoções e cargos de liderança. Por isso, preparamos este artigo, especialmente para ajudá-lo a vencer o medo de falar em público e se destacar profissionalmente. Acompanhe as dicas que compartilhamos a seguir:

1. PREPARE-SE PARA SUA APRESENTAÇÃO

Uma das maneiras de contornar o medo de falar em público é preparar sua apresentação e treinar seu discurso a fim de ganhar mais confiança. Por isso, defina quais são os aspectos centrais a serem abordados e treine sozinho em casa. Depois, você pode apresentar suas ideias a uma ou duas pessoas para conquistar mais segurança e desenvoltura.

2. FIQUE ATENTO AOS SINTOMAS

O medo de falar em público não vem sozinho: ele traz sintomas como coração acelerado, voz trêmula e suor nas mãos. Por isso, se você tem uma apresentação prevista, fique atento a esses sinais e tome medidas para se tranquilizar e controlar a situação: procure respirar e inspirar lentamente e pensar positivo. Nesse sentido, você pode ainda realizar um exercício simples de meditação, fazer uma breve caminhada ou ouvir uma música relaxante. Outra maneira de se amenizar esses sintomas é falando sozinho, em segunda ou terceira pessoa, para controlar as emoções e ganhar mais confiança.

3. NÃO SE PREOCUPE COM O QUE OS OUTROS VÃO PENSAR

Um dos principais aspectos que desencadeiam o medo de falar em público é a insegurança diante do julgamento da plateia. Sendo assim, uma das nossas principais recomendações é que você não se preocupe com eventuais críticas. Lembre-se que seu ponto de vista dificilmente será uma unanimidade e que o mais importante para o seu desempenho é contar com uma apresentação bem-preparada.

4. BUSQUE MAIS OPORTUNIDADES DE FALAR EM PÚBLICO

Você já deve ter ouvido falar que a prática leva à perfeição. Quando se trata de falar em público, essa afirmação faz todo o sentido. Quanto mais oportunidades você tiver de exercitar essa habilidade, melhor será seu desempenho como orador. Por isso, encontre possibilidades de falar para mais pessoas, seja em reuniões sociais ou profissionais.

5. VALORIZE O QUE VOCÊ TEM A OFERECER

Ao compartilhar sua experiência com o público, você transmite um conhecimento valioso, que faz a diferença na vida de cada ouvinte. Por isso, tenha em mente que as pessoas não estão ali para avaliá-lo e apontar erros, mas para aprender com o que você tem a dizer

Percebo essa dificuldade do brasileiro em falar em público em comunidades muito distintas. Universitários, grandes empresários, alunos em geral e até figuras políticas. Entendo que isso ocorre porque a autoimagem, a reputação ou os planos estarão em risco ao ser o centro das atenções. Essa realidade psicológica faz o corpo liberar os neurotransmissores do stress, que são a adrenalina e o cortisol, preparando o corpo para fugir, lutar ou congelar.

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